
Reforma tributária: meta é aprovar regulamentação neste ano
Informação foi dada hoje pelo ministro Alexandre Padilha

Informação foi dada hoje pelo ministro Alexandre Padilha

Deputados decidiram manter a carne fora da lista de itens da cesta básica nacional que receberão isenção total de tributação, optando por uma redução de 60% do imposto.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sugere uma relação sincera com o agro e afirma que os bancos, e não o MST, tomam terras no Brasil.

O Ministério da Agricultura e Pecuária firmou um compromisso para monitorar preços e estoques de arroz no Brasil, após questionamentos sobre capacidade técnica e financeira das empresas em leilão de compra.

O lançamento do Plano Safra 2024/25 será dividido em duas etapas. Pela manhã, será apresentado o pacote para a agricultura familiar, e à tarde, será divulgado o plano para a agricultura empresarial, no Palácio do Planalto. O presidente Lula enfatizou a importância do agronegócio para a economia brasileira e destacou a política de financiamento do governo para o setor

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Cantores sertanejos como Leonardo, Bruno & Marrone, Eduardo Costa e Gusttavo Lima negaram participação em um almoço com o presidente Lula, organizado pelo senador Jorge Kajuru. O evento tinha como objetivo estreitar laços com o agronegócio e o público sertanejo, mas foi marcado por controvérsias e recusas. Leonardo citou sua agenda lotada, enquanto Eduardo Costa e Gusttavo Lima expressaram claramente seu desinteresse em se aproximar do presidente Lula. A situação gerou grande repercussão e discussões sobre as intenções do encontro e as relações entre o governo e o setor sertanejo.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu, nesta quarta-feira (26), que a reforma tributária – cuja regulamentação está sendo debatida no Congresso Nacional – preveja uma diferenciação em relação ao imposto que incidirá sobre as carnes.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que a mudança no anúncio do Plano Safra 2024/25, inicialmente prevista para esta semana e que foi adiada para julho, está relacionada a uma alteração em uma linha específica, solicitada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que não terá impacto fiscal.

Após o leilão de arroz e a MP do Fim do Mundo, o adiamento do Plano Safra gera tensão para o governo Lula, que tenta se aproximar do setor agropecuário.

Em reunião em Brasília Ciro Thiago Neto, e equipe do Ministério da Agricultura e Pecuária, discutem a evolução do setor através do CompreGados. Iniciativa visa solucionar problemas de crédito, tecnologia, e marketing no setor agropecuário.
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